O jogo provou duas coisas: a confiança dos azul e grená é enorme. Não entraram em campo elétricos, tinham a consciência de que a vantagem de 2 a 0 conquistada no Bernabéu era larga. E foram senhores do jogo. Já do lado merengue, Mourinho deve estar se mordendo de raiva, pois apostou em atacar o Barça em vez de se defender. E fez jogo duro. Se tivesse feito isso nos outros três jogos, poderia ter dado mais trabalho.
O goleiro Casillas foi o grande nome do primeiro tempo, com pelo menos duas intervenções fantásticas. O Real mostrava um jogo diferente das últimas partidas. Mais ousado, marcando em cima. O Barça, por sua vez, parecia até um pouco acomodado, muito por conta da vantagem que levava no colo. Chegou com muita força, ao contrário do rival merengue, mas esbarrou no paredão Casilla.
Nos dez primeiros minutos da etapa final o jogo teve dois lances-chave. O primeiro, um gol legítimo do Real Madrid, marcado por Higuaín, anulado equivocadamente pela arbitragem. No lance, Cristiano Ronaldo caiu e derrubou Mascherano sem querer. O árbtiro belga Frank De Bleeckere entrou na dele e apitou.
O Barça ficou aceso em campo, e logo tratou de colocar as coisas no lugar. Dos pés mágicos de Iniesta, um lançamento milimétrico para Pedro aparecer entre os zagueiros, cara a cara com Casillas, e fazer 1 a 0. Desta vez a muralha branca cedia diante do jovem culé.
A postura valente do clube merengue foi recompensada em seguida. Os donos da casa cochilaram, Xabi Alonso roubou a bola e deu para Di María. O argentino arrancou pela esquerda, carimbou a trave, e no rebote serviu Marcelo, que completou para a rede. O Real voltava a marcar no Camp Nou desde o gol de Julio Baptista em dezembro de 2007 (vitória branca por 1 a 0).
Mas a valentia acabou por aí. O Barcelona sabia que os 2 a 0 do Santiago Bernabéu eram o carimbo para a decisão da Liga dos Campeões. Foram a campo tranquilos (até demais, em algumas ocasiões), mas conseguiram a vaga com um jogo que, embora não tenha sido brilhante, foi lúcido. Nada mais do que merecido para o melhor time de futebol do mundo.
O Barça ficou aceso em campo, e logo tratou de colocar as coisas no lugar. Dos pés mágicos de Iniesta, um lançamento milimétrico para Pedro aparecer entre os zagueiros, cara a cara com Casillas, e fazer 1 a 0. Desta vez a muralha branca cedia diante do jovem culé.
A postura valente do clube merengue foi recompensada em seguida. Os donos da casa cochilaram, Xabi Alonso roubou a bola e deu para Di María. O argentino arrancou pela esquerda, carimbou a trave, e no rebote serviu Marcelo, que completou para a rede. O Real voltava a marcar no Camp Nou desde o gol de Julio Baptista em dezembro de 2007 (vitória branca por 1 a 0).
Mas a valentia acabou por aí. O Barcelona sabia que os 2 a 0 do Santiago Bernabéu eram o carimbo para a decisão da Liga dos Campeões. Foram a campo tranquilos (até demais, em algumas ocasiões), mas conseguiram a vaga com um jogo que, embora não tenha sido brilhante, foi lúcido. Nada mais do que merecido para o melhor time de futebol do mundo.
Fonte: R7.com
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